Risoto!

I'M STILL WATCHING YOU ;P

Bullying e Cyber Bullying

O Bullying ocorre na maioria das vezes com os adolescentes e adolescentes-adultos que não se encaixam em um padrão determinado (muitas vezes pela mídia). Na escola, alunos que não falam muito, que estudam mais que ou outros, tiram notas muito mais altas, que não são “bonitos” ou tem o físico fora do “padrão de beleza”, por exemplo, podem sofrer exclusão por parte dos  que convivem ou passam tempo junto (escola, faculdade, trabalho etc).

Hoje a internet já chegou quase a todas as pessoas e causa  fascino por parecer um lugar livre e imune de punições, sendo assim, praticam muitos atos que não praticariam em outro lugar, como o Bullying, por exemplo.

Esse grupo de “valentões” são na minha opinião, pessoas na maioria das vezes inseguras, alienadas, carentes de atenção, que vêem a oportunidade de se mostrar através da agressão (de uma forma geral), tem vezes essa agressividade é causada por pura crueldade.

Existe o Bullying “doméstico”, que pode ser praticado de forma inconsciente pelos próprios pais, tios, avós ou irmãos, através de apelidos indesejados, colocando em situações constrangedoras e agredindo com palavrões.

Todos os tipos de Bullyin causam sérias consequências na pessoa que sofre a agressão. As consequências causadas pelo Bullying são devastadoras, podendo causar uma decadência intelectual no individuo que sofre a agressão, fazendo-o cair o rendimento na escola, vontade se matar, violência, revolta. Alguns  acabam ficando tão ligado a esse problema físico ou outro tipo de problema que apontam nele que acaba entrando em depressão podendo até matar seus agressores.

Há um caso de Bullying que ficou muito famoso aqui no Brasil recentemente, foi o caso da Geisy Arruda que foi vaiada por seus “colegas” de faculdade por usar um vestido curto, mas nesse caso ela acabou usando isso pra se auto-promover e promover sua imagem para a fama.

Tem situações terminam em tragédia, como  o de Cho Seung-hui, chinês de 23 anos que no  dia 16 de abril de 2007 matou 32 pessoas e deixando mais quinze feridas na Universidade Estadual da Virgínia, em Blacksburg. Suicidou-se.

O possível motivo era o bullying enfrentado pelo estudante por seus colegas.

Vivência

Sofri Bullyin quando estava no Ensino Fundamental (5° e 6° série), por ser muito tímido e por mudar de escola várias vezes eu não conseguia fazer amizade fácil com os colegas. A agressão que sofri foi verbal, eles tiravam sarro por eu ser magro e por não falar muito, na época eu não retrucava, mas ligava pro que eles diziam isso fez eles se sentirem livres pra continuar a tirar sarro.

Com o tempo eles acabaram me conhecendo melhor e até tenho amizade até hoje com alguns.

Tenho um tio que é aquele tipo: “tio mala” que quase todos tem, que costuma colocar apelidos em todos e nem ligam pra se gostamos ou não de suas brincadeiras. Ele sempre me incomodou muito me colocando apelidos.

Hoje ele já não me incomoda mais, pois além de morar longe ele percebeu que eu já estou grandinho pra brincadeira.

Acredito que tive sorte, não sofri nenhuma complicação na formação do que eu sou hoje, como já morei em vários lugares eu percebi cedo, (desde os 14 anos mais ou menos) que em cada lugar que vamos há uma percepção diferente sobre as pessoas, meu julgamento acabou mudando e hoje chego a conclusão de que todas essas diferenças são causadas pelo ambiente que se vive e que isso influência no psicológico de cada um.

Tenho um amigo que sofria Bullying desde quando era pequeno. Não o vejo desde quando mudei pra Sorocaba. Quando viajo pro Rio pra visitar meus parentes amigos eu o vejo. Percebi que ele até não ligava mais pra o que diziam, mas mesmo assim  dava pra perceber que ele cresceu com um sentimento de inferioridade às outras pessoas graças aos apelidos que colocavam nele, ele sofria não só dos amigos, mas em casa por parte de seus pais. (eu deduzo isso por que reparava como a mãe dele o tratava).

As consequências dele são visíveis e irá marcá-lo pro resto da vida.

Já existe punição pra quem pratica o Bullyin no geral. As punições para o Bullying vão desde pagamento de multa, cesta básica, trabalhos sociais até penas mais duras.

Fãs malucos =S

Fanatismo (do francês “fanatisme“) é o estado psicológico de fervor excessivo, irracional e persistente por qualquer coisa ou tema, historicamente associado a motivações de natureza religiosa ou política. É extremamente freqüente em paranóides, cuja apaixonada adesão a uma causa pode avizinhar-se do delírio.

Em Psicologia, os fanáticos são descritos como indivíduos dotados das seguintes características:

1. Agressividade;
2. Preconceitos vários;
3. Estreiteza mental;
4. Extrema credulidade quanto ao próprio sistema, com incredulidade total quanto a sistemas contrários;
5. Ódio;
6. Sistema subjetivo de valores;
7. Intenso individualismo.

O apego e cultivo, mesmo quando desmesurado, por determinados gostos e práticas (como costuma ocorrer com colecionadores de selos, revistas, etc) não configura, necessariamente, fanatismo. Para tanto, faz-se preciso que a conduta da pessoa seja marcada pelo radicalismo e por absoluta intolerância para com todos os que não compartilhem suas predileções.

De um modo geral, o fanático tem uma visão-de-mundo maniqueísta, cultivando a dicotomia bem/mal, onde o mal reside naquilo e naqueles que contrariam seu modo de pensar, levando-o a adotar condutas irracionais e agressivas que podem, inclusive, chegar a extremos perigosos, como o recurso à violência para impor seu ponto de vista.

Tradicionalmente, o fanatismo aparece associado a temas de natureza religiosa ou política, porém, mais recentemente, ele se tem mostrado também em outros cenários, como os das torcidas de futebol. (Fonte: Wikipédia)

Desde tempos passados, esse sentimento de fanatismo acompanhou as épocas que a humanidade passou, mas com o tempo e pelas circunstâncias esse sentimento mudou de “estilo”. Por exemplo hoje em dia o que manda é a cultura pop. Tudo que é bonito de se ver, independente do que faça ou se tem algum fundamento ou não, vai ter uma explosão de sucesso que invade tudo. E derrepente…   PÁ!  Ta aquela merda toda espalhada por onde quer que você ande vai encontrar aquela coisa. O engraçado é que essa coisa só se espalha quando pessoas  “famosas” fazem a propagação através da mídia e dos outros meios de comunicação.

É simples enteder o porque isso acontece. Essas aberrações que fazem sucesso com o público (principalmente jovem) só estão lá pra fazer você comprar o produto que eles estão expondo como uma solução para seus problemas( pois você é induzido a pensar que se você não tem aquilo você não é feliz).

Sim, é triste, mas são só negócios ;P.

O fanatismo já levou a humanidade para um caminho bem obscuro, onde se viu guerras e brigas que duram até os dias de hoje. onde será que vamos parar seguindo esse estilo de vida que nos impoem regras e guias de felicidade falsa? ser fã é realmente isso?.

Não pergunte pra mim, isso eu não sei…

Quando você quer que suas férias acabe logo! oO

De um tempo pra cá tem acontecido isso comigo,(as vezes acho que sou o único mas não) sabe quando suas férias estão tão chatas que você chega ao ponto de “rezar” pra ela passar logo?(a minha está assim). O engraçado que quando eu era pequeno acontecia  exatamente ao contrário, eu torcia pra não ter que voltar na escola e enfrentar todas aquelas aulas chatas que eu tinha com uma professora só. (acho que isso acontece com todo mundo, quando deixam de ser criança, começam a se relacionar melhor com as pessoas e… Se bem que ainda tem pessoas que como quando eram criança preferem as férias…).

As vezes acho que sou Nerd, não sei mas eu gosto da escola, dos meus amigos, gosto das matérias, dos professores (de alguns) e de aprender, e acabo sentindo falta disso quando fico muito tempo se aula…  oO .(sim, eu sou Nerd sim).

Na verdade eu acho que sou meio desocupado demais, tem gente da minha idade que já tem emprego, tem casa, tem carro, já é casado  e tem problemas, e.. contas atrasadas e…. filhos e… (acho que prefiro ser desocupado mesmo).

Uma das coisas que fiz pra passar o tempo foi tirar meu PS2 que estava guardado a muito tempo, foi incrivel, na época que eu jogava direto (ainda jogo direto mas só no PC) eu adorava jogar GTA San Andreas mas só que o jogo não rodava direito e eu ficava P… da vida, e quando coloquei, o jogo rodou!  \o/ fiquei tão animado!, mas depois de 5 minutos de jogo logo enjoei. Percebi que eu era idiota quando eu tinha 14 anos e que como eu, um dia, pude gostar tanto da quele jogo. (eu gostava mesmo de fazer as missões, eu tbm tentei isso mas nem assim adiantou).

Emfim, ainda estou entediado e vou continuar assim por mais uma semana até que as aulas voltem. E finalmente eu possa rever o pessoal(Daiane,Caleb, Andressa e Maira) e chamar eles pra tomar uma cerveja, sair por ai bêbado batendo nos outros e… se drogar e depois se juntar aos manos da rua quebrada…

Qualquer coisa

///////////////////DAQUI PRA CIMA É TUDO CULPA MINHA! ;P //////////////////

Pra você que está lendo esse post, queria agradecer por estar lendo isso.

Bem, o que eu tenho pra dizer é que esse Blog na verdade é uma farsa porque nada (99.5%) disso aqui fui eu que escrevi,  percebi que qualquer um pode fazer o que eu faço, então decidi parar de copiar as notícias que posto aqui no Riot!..

A partir de agora será eu (Victor Brito) quem escreverá tudo no Risoto!. A não ser que alguma matéria ou história me interesse ao ponto de copiá-la pra cá.

Não vou delatar nenhum post que já está do Riot!

Então, a partir desse post o Riot! será mais autêntico, pretendo falar sobre as coisas que me interessam do meu ponto de vista e com minhas palavras….

/////////////////////DAQUI  PRA BAIXO É CONTEÚDO COPIADO///////////////////////

Vacina sem agulha. Literalmente o fim da picada!

Tomar vacina é um trauma para algumas pessoas, que consideram a picada da agulha é um “terror”. Mas e se fosse possível tomar as mesmas vacinas sem a picada da agulha? Parece brincadeira, mas não é. É literalmente “o fim da picada”.

De acordo com as pesquisas da Georgia Tech e da Emory University, um emplastro que inclui centenas de agulhas microscópicas que se dissolvem na pele, pode ser a solução definitiva para vacinas e alguns tipos de injeção. Com ela, qualquer um, mesmo leigo, poderia administrar uma vacina com facilidade e sem dor.

“Nesse estudo, nós mostramos que o emplastro com agulhas microscópicas pode vacinar contra Influenza no mínimo com a mesma eficência e provavelmente melhor do que a tradicional agulha hipodermica”, disse Mark Prausnitz, professor de Engenharia Química e Biomolecular da Georgia Tech School.

Será o fim da picada? Vamos esperar os próximos meses, quando a vacina deve começar a ser mais usada nos Estados Unidos. A idéia é boa hein…?

De:  http://msn.techguru.com.br/vacina-sem-agulha-o-fim-da-picada.htm

A Palestina فلسطين

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Palestina (do original Filistina – “Terra dos Filisteus”) é o nome dado desde a Antiguidade à região do Oriente Próximo (impropriamente chamado de “Oriente Médio”), localizada ao sul do Líbano e a nordeste da Península do Sinai, entre o Mar Mediterrâneo e o vale do Rio Jordão. Trata-se da Canaã bíblica, que os judeus tradicionalistas preferem chamar de Sion.

A Palestina foi conquistada pelos hebreus ou israelitas (mais tarde também conhecidos como judeus) por volta de 1200 a.C., depois que aquele povo se retirou do Egito, onde vivera por alguns séculos.

A Questão Palestina

Mas as sucessivas dominações estrangeiras, começadas com a tomada de Jerusalém (587 a.C.) por Nabucodonosor, rei da Babilônia, deram início a um progressivo processo de diáspora (dispersão) da população judaica, embora sua grande maioria ainda permanecesse na Palestina.

As duas rebeliões dos judeus contra o domínio romano (em 66-70 e 133-135 d.C.) tiveram resultados desastrosos. Ao debelar a primeira revolta, o general (mais tarde imperador) Tito arrasou o Templo de Jerusalém, do qual restou apenas o Muro das Lamentações. E o imperador Adriano, ao sufocar a segunda, intensificou a diáspora e proibiu os judeus de viver em Jerusalém. A partir de então, os israelitas espalharam-se pelo Império Romano; alguns grupos emigraram para a Mesopotâmia e outros pontos do Oriente Médio, fora do poder de Roma.

A partir de então, a Palestina passou a ser habitada por populações helenísticas romanizadas; e, em 395, quando da divisão do Império Romano, tornou-se uma província do Império Romano do Oriente (ou Império Bizantino).

Em 638, a região foi conquistada pelos árabes, no contexto da expansão do islamismo, e passou a fazer parte do mundo árabe, embora sua situação política oscilasse ao sabor das constantes lutas entre governos muçulmanos rivais. Chegou até mesmo a constituir um Estado cristão fundado pelos cruzados (1099-1187). Finalmente, de 1517 a 1918, a Palestina foi incorporada ao imenso Império Otomano (ou Império Turco). Deve-se, a propósito, lembrar que os turcos, e embora muçulmanos, não pertencem à etnia árabe.

Em 1896, o escritor austríaco de origem judaica Theodor Herzl fundou o Movimento Sionista, que pregava a criação de um Estado judeu na antiga pátria dos hebreus.

Esse projeto, aprovado em um congresso israelita reunido em Genebra, teve ampla ressonância junto à comunidade judaica internacional e foi apoiado sobretudo pelo governo britânico (apoio oficializado em 1917, em plena Primeira Guerra Mundial, pela Declaração Balfour).

No início do século XX, já existiam na região pequenas comunidades israelitas, vivendo em meio à população predominantemente árabe. A partir de então, novos núcleos começaram a ser instalados, geralmente mediante compra de terras aos árabes palestinos.

Durante a Primeira Guerra Mundial, a Turquia lutou ao lado da Alemanha e, derrotada, viu-se privada de todas as suas possessões no mundo árabe. A Palestina passou então a ser administrada pela Grã-Bretanha, mediante mandato concedido pela Liga das Nações.

Depois de 1918, a imigração de judeus para a Palestina ganhou impulso, o que começou a gerar inquietação no seio da população árabe. A crescente hostilidade desta última levou os colonos judeus a criar uma organização paramilitar – a Haganah – a princípio voltada para a autodefesa e mais tarde também para operações de ataque contra os árabes.

Apesar do conteúdo da Declaração Balfour, favorável à criação de um Estado judeu, a Grã-Bretanha tentou frear o movimento imigratório para não descontentar os Estados muçulmanos do Oriente Médio, com quem mantinha proveitosas relações econômicas; mas viu-se confrontada pela pressão mundial da coletividade israelita e, dentro da própria Palestina, pela ação de organizações terroristas.

Após a Segunda Guerra Mundial, o fluxo de imigrantes judeus tornou-se irresistível. Em 1947, a Assembléia Geral da ONU decidiu dividir a Palestina em dois Estados independentes: um judeu e outro palestino. Mas tanto os palestinos como os Estados árabes vizinhos recusaram-se a acatar a partilha proposta pela ONU.

Em 14 de maio de 1948, foi proclamado o Estado de Israel, que se viu imediatamente atacado pelo Egito, Arábia Saudita, Jordânia, Iraque, Síria e Líbano (1ª Guerra Árabe-Israelense). Os árabes foram derrotados e Israel passou a controlar 75% do território palestino. A partir daí, iniciou-se o êxodo dos palestinos para os países vizinhos. Atualmente, esses refugiados somam cerca de 3 milhões.

Os 25% restantes da Palestina, correspondentes à Faixa de Gaza e à Cisjordânia, ficaram sob ocupação respectivamente do Egito e da Jordânia. Note-se que a Cisjordânia incluía a parte oriental de Jerusalém, onde fica a Cidade Velha, de grande importância histórica e religiosa.

Damos a seguir a cronologia dos principais acontecimentos subsequentes

1947 – A ONU aprova a partilha da Palestina em dois Estados – um judeu e outro árabe. Essa resolução é rejeitada pela Liga dos Estados Árabes.

1948 – Os Judeus proclamam o Estado de Israel, provocando a reação dos países árabes. Primeira Guerra Árabe-Israelense. Vitória de Israel sobre o Egito, Jordânia, Iraque, Síria e Líbano e ampliação do território israelense em relação ao que fora estipulado pela ONU. Centenas de milhares de palestinos são expulsos para os países vizinhos. Como territórios palestinos restaram a Faixa de Gaza e a Cisjordânia, ocupadas respectivamente por tropas egípcias e jordanianas.

1956 – Guerra entre Israel e o Egito. Embora vitoriosos militarmente, os israelenses retiraram-se da Faixa de Gaza e da parte da Península do Sinai que haviam ocupado.

1964 – Criação da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), cuja pretensão inicial era destruir Israel e criar um Estado Árabe Palestino. Utilizando táticas terroristas e sofrendo pesadas retaliações israelenses, a OLP não alcançou seu objetivo e, com o decorrer do tempo, passou a admitir implicitamente a existência de Israel.

1967 – Guerra dos Seis Dias. Atacando fulminantemente em três frentes, os israelenses ocupam a Faixa de Gaza e a Cisjordânia (territórios habitados pelos palestinos) e tomam a Península do Sinai ao Egito, bem como as Colinas de Golan à Síria.

1970 – “Setembro Negro”. Desejando pôr fim às retaliações israelenses contra a Jordânia, de onde provinha a quase totalidade das incursões palestinas contra Israel, o rei Hussein ordena que suas tropas ataquem os refugiados palestinos. Centenas deles são massacrados e a maioria dos sobreviventes se transfere para o Líbano.

1973 – Guerra do Yom Kippur (“Dia do Perdão”). Aproveitando o feriado religioso judaico, Egito e Síria atacam Israel; são porém derrotados e os israelenses conservam em seu poder os territórios ocupados em 1967. Para pressionar os países ocidentais, no sentido de diminuir seu apoio a Israel, a OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) provoca uma forte elevação nos preços do petróleo.

1977 – Pela primeira vez, desde a fundação de Israel, uma coalizão conservadora (o Bloco Likud) obtém maioria parla mentar. O novo primeiro-ministro, Menachem Begin, inicia o assentamento de colonos judeus nos territórios ocupados em 1967.

A Questão Palestina

1979 – Acordo de Camp David. O Egito é o primeiro país árabe a reconhecer o Estado de Israel. Este, em contrapartida, devolve a Península do Sinai ao Egito (cláusula cumprida somente em 1982). Em 1981, militares egípcios contrários à paz com Israel assassinam o presidente Anwar Sadat.

1982 – Israel invade o Líbano (então em plena guerra civil entre cristãos e muçulmanos) e consegue expulsar a OLP do território libanês. Os israelenses chegam a ocupar Beirute,
capital do Líbano. Ocorrem massacres de refugiados palestinos pelas milícias cristãs libanesas, com a conivência dos israelenses.

1985 – As tropas israelenses recuam para o sul do Líbano, onde mantêm uma “zona de segurança” com pouco mais de 10 km de largura. Para combater a ocupação israelense, forma-se o Hezbollah (“Partido de Deus”), organização xiita libanesa apoiada pelo governo islâmico fundamentalista do Irã.

1987 – Começa em Gaza (e se estende à Cisjordânia) a Intifada (“Revolta Popular”) dos palestinos contra a ocupação israelense. Basicamente, a Intifada consiste em manisfestações diárias da população civil, que arremessa pedras contra os soldados israelenses. Estes frequentemente revidam a bala, provocando mortes e prejudicando a imagem de Israel junto à opinião internacional. Resoluções da ONU a favor dos palestinos são sistematicamente ignoradas pelo governo israelense ou vetadas pelos Estados Unidos. A Intifada termina em 1992.

1993 – Com a mediação do presidente norte-americano Bill Clinton, Yasser Arafat, líder da OLP, e Yitzhak Rabin, primeiro-ministro de Israel, firmam em Washington um acordo prevendo a criação de uma Autoridade Nacional Palestina, com autonomia administrativa e policial em alguns pontos do território palestino. Prevê-se também a progressiva retirada das forças israelenses de Gaza e da Cisjordânia. Em troca, a OLP reconhece o direito de Israel à existência e renuncia formalmente ao terrorismo. Mas duas organizações extremistas palestinas (Hamas e Jihad Islâmica) opõem-se aos termos do acordo, assim como os judeus ultranacionalistas.

1994 – Arafat retorna à Palestina, depois de 27 anos de exílio, como chefe da Autoridade Nacional Palestina (eleições realizadas em 1996 o confirmam como presidente) e se instala em Jericó. Sua jurisdição abrange algumas localidades da Cisjordânia e a Faixa de Gaza – embora nesta última 4 000 colonos judeus permaneçam sob administração e proteção militar israelenses. O mesmo ocorre com os assentamentos na Cisjordânia. Na cidade de Hebron (120 000 habitantes palestinos), por exemplo, 600 colonos vivem com o apoio de tropas de Israel. Nesse mesmo ano, a Jordânia é o segundo país árabe a assinar um tratado de paz com os israelenses.

1995 – Acordo entre Israel e a OLP para conceder autonomia (mas não soberania) a toda a Palestina, em prazo ainda indeterminado. Em 4 de novembro, Rabin é assassinado por um extremista judeu.

1996 – É eleito primeiro-ministro Binyamin Netanyahu, do Partido Likud (antes denominado Bloco Liked), que paralisa a retirada das tropas de ocupação dos territórios palestinos e intensifica os assentamentos de colonos judeus em Gaza, na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental, em meio à população predominantemente árabe. O processo de pacificação da região entra em compasso de espera, ao mesmo tempo em que recrudescem os atentados terroristas palestinos. Em Israel, o primeiro-ministro (chefe do governo) é eleito pelo voto direto dos cidadãos.

1999 – Ehud Barak, do Partido Trabalhista (ao qual também pertencia Yitzhak Rabin), é eleito primeiro-ministro e retoma as negociações com Arafat, mas sem que se produzam resultados práticos.

2000 – Israel retira-se da “zona de segurança” no sul do Líbano. Enfraquecido politicamente, devido à falta de progresso no camiho da paz, e também devido às ações terroristas palestinas (não obstante as represálias israelenses), Barak renuncia ao cargo de primeiro-ministro. São convocadas novas eleições, nas quais ele se reapresenta como candidato. Mas o vencedor é o general da reserva Ariel Sharon, do Partido Likud, implacável inimigo dos palestinos. Pouco antes das eleições, começa nos territórios ocupados uma nova Intifada.

2001 – Agrava-se o ciclo de violência: manifestações contra a ocupação israelense, atentados suicidas palestinos e graves retaliações israelenses. Nesse contexto, Yasser Arafat, já septuagenário, parece incapaz de manter a autoridade sobre seus compatriotas ou de restabelecer algum tipo de diálogo com Israel, cujo governo por sua vez mantém uma inflexível posição de força.

Balanço Atual

Até agora, Israel desocupou apenas sete cidades da Cisjordânia (uma oitava foi desocupada parcialmente),
correspondentes a 3% do território cisjordaniano; deste, 24% encontram-se sob controle misto israelense-palestino e 74% permanecem inteiramente ocupados. Em termos demográficos, 29% dos palestinos estão sob a jurisdição exclusiva da Autoridade Palestina. Quanto à Faixa de Gaza, cuja importância é consideravelmente menor, nela permanecem apenas as tropas israelenses que protegem os colonos judeus ali estabelecidos.

Os grandes obstáculos para a implementação do acordo firmado entre Yitzhak Rabin e Yasser Arafat são:

a) A oposição das facções extremistas, tanto palestinas como isralelenses.
b) A posição militarista e intransigente do governo Sharon.
c) O estatuto de Jerusalém Oriental, que os palestinos almejam transformar em sua capital mas que já foi incorporada oficialmente ao território israelense, dentro do conceito de que a cidade de Jerusalém “é a capital de Israel, una e indivisível”.
d) O problema dos 150 000 colonos existentes em Gaza e na Cisjordânia e que se recusam a deixar seus assentamentos.
e) A disputa pelos recursos hídricos do Rio Jordão, pois parte de seu curso (na fronteira entre a Jordânia e a Cisjordânia) ficaria fora do controle de Israel.
f) O território palestino simplesmente não tem como absorver os quase 3 milhões de refugiados que habitavam terras do atual Estado de Israel e que continuam a viver, na maior parte, em precários campos de refugiados espalhados pelo mundo árabe – notadamente no Líbano.

A Questão Palestina

A Questão Palestina

A “Cidade Velha”

A disputada “Cidade Velha”, dentro de Jerusalém Oriental, conta com locais sagrados de três religiões. Os principais são: o Muro das Lamentações, reverenciado pelos judeus como o único remanescente do grandioso Templo de Jerusalém; a Mesquita da Rocha (foto acima), erigida sobre um rochedo de onde, segundo a tradição islâmica, a alma de Maomé ascendeu ao Paraíso; por último, a Igreja do Santo Sepulcro, construída sobre o lugar onde Cristo teria sido sepultado e, de acordo com a crença cristã, ressuscitou no terceiro dia.

Sob ameaça de Israel, ativistas mantêm viagem a Gaza

Os ativistas a bordo do navio Amalthea, que transporta duas toneladas de ajuda humanitária para a Faixa de Gaza, afirmaram neste domingo (11) que continuam planejando aportar em território palestino.

Youssef Sawani, diretor executivo da ONG dirigida pelo filho do presidente da Líbia, Muamar Kadafi, que organizou a viagem, afirmou que os planos iniciais do grupo estão mantidos e que o objetivo é ajudar os palestinos. “Não é para fazer disso um evento ou um show em alto mar o qualquer outra coisa” disse Sawani.

No sábado (10) a chancelaria de Israel divulgou que, por meio de um acordo, os ativistas teriam concordado mudar seu destino. O ministro de Relações Exteriores de Israel, Avigdor Lieberman, reafirmou que o país não permitirá que o barco se aproxime de Gaza. “Eu digo muito claramente, nenhum navio chegará a Gaza. Nós não vamos permitir que nossa soberania seja ameaçada” disse Lieberman.

Os ativistas ressaltaram que não vão resistir se militares israelenses entrarem em confronto, como aconteceu no dia 31 de maio, quando soldados invadiram um navio que levava ajuda para Gaza e mataram nove ativistas.

A embarcação partiu no sábado (10) e deveria levar entre 70 e 80 horas – aproximadamente três dias – para chegar ao território palestino, segundo Sawani. Nove pessoas além dos 12 tripulantes estão a bordo: seis líbios, um marroquino, um nigeriano e um jornalista da rede Al Jazeera, que não teve a nacionalidade divulgada.

Iron Maiden

The Legacy

Te direi uma coisa que você já deveria saber
Me dê dois minutos do seu tempo
E então você pode seguir seu rumo

Direi o conto dos homens
Todos vestidos em preto
A maioria deles não irá retornar

Enviado para a guerra para brincar com pequenos jogos
E ao retorno deles, não podem nomear nome algum

Algum estranho gás amarelo brincou com suas mentes
Ela tornou vermelho seus olhos
Removeu todas as mentiras

E mesmo que isso soe estranho
A morte não conhece fronteiras
Quantos deles irão ficar bem?
Apenas o tempo dirá
Apenas o tempo dirá

Você está deitado em seu leito de morte agora
Mas o que você trouxe para a mesa?
Nos trouxe apenas pecados santos
Confiança absoluta é algo mortal…

…até a prece da santa paz
Nós não sabíamos o que se encontrava por debaixo
Spodemos ter sido tão tolos
E pensar que fomos nós que te ensinamos a resposta

Não consigo entender todas as mentiras
Mas no seu leito de morte eu posso ver isto em seus olhos
Tão claro quanto o suor em sua testa
Isto realmente faz sentido, eu posso ver isto claramente agora

Emaranhado em uma teia de mentiras
Eu poderia ter me distanciado das profecias
Não ciente das consequencias
Não ciente dos segredos que você guardava

Nada que pudéssemos acreditar
Para revelar a fachada do homem sem rosto
Nada que pudessemos prever
Agora uma canção que nos diria o resultado

Você nos manteve debilitados com promessas de paz
Mas desde o começo seu plano era nos enganar
Poderemos concertar isso agora? apenas o tempo dirá
Suas profecias irão nos enviar para o inferno do mesmo jeito

Deixado para todos os nossos filhos dourados
Todos para recolherem a paz
Você poderia ter dado a todos eles uma pequena chance…pelo menos

Leve o mundo a um lugar melhor
Dê a eles todos um pouco de esperança
Apenas pense em qual legado você irá transmitir

Nós parecemos destinados a viver com medo
Alguns diriam que o apocalipse está próximo
Mas aonde há a vida há a esperança
De que o homem não irá se auto destruir

Porque não podemos tratar nossos companheiros
Com mais respeito e com um aperto de mãos?

Mas ódio e repulsa prevalecem
A morte de todos está se tornando um modo de vida
Vivemos num mundo de incerteza
Medo, conhecimento e ignorancia conduz até a morte
Apenas corpos restaram
Para que abutres biquem seus ossos

Mas alguns simplismente não querem a paz
A vida inteira deles é morte e miséria
A unica coisa que eles sabem
É enfrentar fogo com fogo, a vida é supérflua

Mas se eles parassem para pensar
Que o homem está cambaleando direto pro abismo
Mas acha que eles se importam?
Eles lucram com a morte, a dor e o desespero

Iron Maiden

For The Greater Good of  God

Será vocè um homem da paz ou um homem da guerra santa?
Há muitos lados para se escolher
Não sei mais qual deles tomar
Tantas pessoas cheias de vida
Mas também cheios de dor
Não sei quantos irão viver para respirar novamente

Uma vida que foi feita para respirar
Destruição da defesa
Uma mente que se envaidece na corrupção
Boas ou más intenções
Um lobo em pele de cordeiro
Ou santo ou pecador
Ou alguém que acreditaria, um vencedor da guerra santa

Eles disparam tantos tiros e fazem tantos ataques
As atitudes deles estão além da compreensão
Apenas deus saberia
E enquanto ele se encontra no paraíso
Ou seria no inferno
Eu sinto que ele está aqui em algum lugar
Ou então está me olhando de baixo
Mas eu não sei, não sei

Por favor me diga agora o que é a vida
Por favor me diga agora o que é o amor
Ora, me diga agora o que é a guerra
Novamente me diga o que é a vida

Mais dor e miséria na história da humanidade
As vezes mais parece que o cego está guiando o cego
Isso nos impõe mais pestilencia, morte e guerra

Você sabe, a religião tem muito a que responder

E enquanto eles procuram achar os corpos sob a areia
Eles encontram suas cinzas espalhadas pela terra
E enquanto seus espiritos parecem assobiar junto ao vento
Um tiro é disparado em algum lugar, outra guerra começa

E mesmo com tudo isso você pensou que nós iriamos aprender algo
Mas a contagem de corpos continua, a cidade está em chamas
Em algum lugar há alguem morrendo num terra estrangeira
Enquanto isso o mundo chora pelo estupidez do homem
Me diga porque, me diga porque…

Ele deu sua vida por nós, ele caiu perante a cruz
Para morrer por todos aqueles que nunca lamentaram sua perda
Não fomos destinados a sentirmos tal dor novamente
Me diga porque, me diga porque

Iron Maiden

The Thin Line Between Love and Hate

Quando uma pessoa vira má
É uma vontade de ser, pertencer?
Parte das coisas que se faz a qualquer custo
A que preço uma vida é perdida?

A que ponto começamos
Espírito lutador, uma vontade de vencer
Mas o que faz um homem decidir
Pegar o caminho errado ou o certo

Existe uma fina linha entre o amor e o ódio
Tão separada que você não consegue distinguir
Entre o bem e o mal
Existe um lugar cinza entre o preto e o branco
Mas todos têm o direito de escolher
O caminho que pegará

Nós gostamos de por a culpa
Na sociedade sobre essas coisas
Mas que tipo de bom ou ruim
Uma nova geração traz

As vezes é mais complicado que isso
Sobreviver, ser bom de coração
Existe o mal em alguns de nós
Não importa o que, nunca mudaremos

Eu terei esperança
Minha alma voará
E eu viverei eternamente
Coração irá morrer
Minha alma voará
Eu viverei eternamente

Apenas algumas pequenas lágrimas entre
Alguém feliz e alguém triste
Apenas uma tênue linha desenhada entre
Ser um gênio ou insano

A que idade começaremos a saber
Que lado tomaremos
Existe uma longa e desenrolada rua
E a trilha está lá para ser queimada