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Dispatches – Children of Gaza

Esse documentário mostra a realidade das famílias que vivem em Gaza, e o quanto elas sofrem com o bloqueio imposto por Israel à eles.

Mostra que não há ajuda o suficiente para aquelas pessoas,e quanto o Estado de Israel é cruel e racista com o povo palestino.

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Entendendo a Guerra Cambial

Ultimamente países com as maiores economias do mundo, como EUA e Japão estão tem diminuído suas taxas de juros para quase 0%, e isso tem causado desvalorização de suas moedas é o que se chama de guerra cambial.

Para tentar animar suas economias, Os EUA têm diminuído suas taxas de juros, e a consequência disso é a fuga de investidores lá, por isso, há um  grande volume de dólares disponível no mercado, pois ninguém compra o dólar então há desvalorização do mesmo.

Os EUA, por exemplo, estão com sua economia em crise e veem importando mais do que exportando, e as Guerras do Afeganistão e Iraque também contribuem para essa situação,  então, o governo baixa as taxas de juros, e isso faz com que os produtos fiquem mais baratos e os consumidores comprem mais, e gere mais contratações, fazendo assim, sua economia crescer. Mas também faz com que os investidores não lucrem muito.

Esses investidores vão para países onde as taxas de juros são altas, para obterem lucro, como nos países emergentes, a conseqüência disso é a valorização da moeda desse país, e isso custa caro para a economia dos países que recebem esses recursos dos investidores, pois para exportar seus produtos os países compradores precisarão gastar mais, já que é o dólar a moeda universal. No mercado interno os produtos perdem espaço, já que os produtos importados ficam mais baratos.

A desvalorização do dólar, isso têm feito com que os investidores transferissem seus recursos para países emergentes como o Brasil.

Então, há uma verdadeira guerra entre os países para que suas moedas não se valorizem muito. O Brasil tem adotado medidas para tentar afastar esses investidores através de aumento das taxas de investimentos estrangeiros.

No encontro do G20 os países discutiram essa guerra, mas não houve nenhuma expectativa de que essa guerra acabará logo.

Da minha casa,  por Victor Brito

Vacina sem agulha. Literalmente o fim da picada!

Tomar vacina é um trauma para algumas pessoas, que consideram a picada da agulha é um “terror”. Mas e se fosse possível tomar as mesmas vacinas sem a picada da agulha? Parece brincadeira, mas não é. É literalmente “o fim da picada”.

De acordo com as pesquisas da Georgia Tech e da Emory University, um emplastro que inclui centenas de agulhas microscópicas que se dissolvem na pele, pode ser a solução definitiva para vacinas e alguns tipos de injeção. Com ela, qualquer um, mesmo leigo, poderia administrar uma vacina com facilidade e sem dor.

“Nesse estudo, nós mostramos que o emplastro com agulhas microscópicas pode vacinar contra Influenza no mínimo com a mesma eficência e provavelmente melhor do que a tradicional agulha hipodermica”, disse Mark Prausnitz, professor de Engenharia Química e Biomolecular da Georgia Tech School.

Será o fim da picada? Vamos esperar os próximos meses, quando a vacina deve começar a ser mais usada nos Estados Unidos. A idéia é boa hein…?

De:  http://msn.techguru.com.br/vacina-sem-agulha-o-fim-da-picada.htm

Sob ameaça de Israel, ativistas mantêm viagem a Gaza

Os ativistas a bordo do navio Amalthea, que transporta duas toneladas de ajuda humanitária para a Faixa de Gaza, afirmaram neste domingo (11) que continuam planejando aportar em território palestino.

Youssef Sawani, diretor executivo da ONG dirigida pelo filho do presidente da Líbia, Muamar Kadafi, que organizou a viagem, afirmou que os planos iniciais do grupo estão mantidos e que o objetivo é ajudar os palestinos. “Não é para fazer disso um evento ou um show em alto mar o qualquer outra coisa” disse Sawani.

No sábado (10) a chancelaria de Israel divulgou que, por meio de um acordo, os ativistas teriam concordado mudar seu destino. O ministro de Relações Exteriores de Israel, Avigdor Lieberman, reafirmou que o país não permitirá que o barco se aproxime de Gaza. “Eu digo muito claramente, nenhum navio chegará a Gaza. Nós não vamos permitir que nossa soberania seja ameaçada” disse Lieberman.

Os ativistas ressaltaram que não vão resistir se militares israelenses entrarem em confronto, como aconteceu no dia 31 de maio, quando soldados invadiram um navio que levava ajuda para Gaza e mataram nove ativistas.

A embarcação partiu no sábado (10) e deveria levar entre 70 e 80 horas – aproximadamente três dias – para chegar ao território palestino, segundo Sawani. Nove pessoas além dos 12 tripulantes estão a bordo: seis líbios, um marroquino, um nigeriano e um jornalista da rede Al Jazeera, que não teve a nacionalidade divulgada.

Israel alivia embargo a Gaza e permite entrada de alimentos

GAZA (Reuters) – Israel aliviará seu embargo a Gaza para permitir a entrada de alguns alimentos e bebidas ao território, disseram autoridades palestinas nesta quarta-feira, após pressão internacional causada pelo ataque israelense a um comboio com ajuda humanitária. O grupo militante islâmico Hamas, que controla a Faixa de Gaza, disse que há demanda por cimento, banido por Israel e essencial para a reconstrução do território após a gue

rra de janeiro de 2009, e não por refrigerantes. Uma autoridade israelense disse que a nova lista de produtos não est

á relacionada à operação israelense de 31 de maio contra um comboio com ajuda que tentou furar o bloqueio

de Israel a Gaza. O anúncio foi feito horas antes do

encontro entre os presidentes norte-americano, Barack Obama, e palestino, Mahmoud Abbas, em Washington. Havia expectativa de que as conversas entre Obama e Abbas focassem em maneiras de aliviar o embargo, alvo de

condenação internacional desde o ataque por comandos israelenses a uma frota de navios, que matou nove ativistas pró-palestinos. Obama disse que a situação em Gaza é insustentável e Abbas repetiu seu pedido pelo fim do bloqueio. Obama afirmou que os Estados Unidos doarão 400 milhões de dólares em nova ajuda para os palestinos. Autoridades palestinas na Cisjordânia disseram que, a partir da próxima semana, Israel irá permitir a entrada em Gaza de alguns alimentos, refrigerantes e sucos. Israel diz que seu bloqueio a Gaza é necessário para impedir o fornecimento de armas ao Hamas. A Organização das Nações Unidas diz que o embargo israelense criou uma crise humanitária em Gaza, uma alegação negada por Israel. (Reportagem adicional de Mohammed Assadi, em Ramallah, e Allyn Fisher-Ilan, em Jerusalém)

Israel mata mais 4 militantes

GAZA (Reuters) – Uma patrulha naval israelense matou pelo menos quatro militantes palestinos com equipamentos de mergulho na segunda-feira na costa de Gaza, disseram fontes do grupo islâmico Hamas e do Exército de Israel.

“Uma patrulha naval israelense avistou um barco com quatro homens em trajes de mergulho, a caminho de realizarem uma ação terrorista, e atirou contra eles”, disse um porta-voz militar, sem esclarecer qual seria o suposto alvo do ataque militante.

Fontes de segurança do Hamas disseram que quatro militantes foram encontrados mortos e um quinto está desaparecido, acredita-se que também morto.

O incidente ocorreu oito dias dPalestinos velam o corpo de um dos mortos por ataque de Israel a navios (AP)epois de soldados israelenses invadirem barcos que tentavam furar o bloqueio imposto à Faixa de Gaza, matando nove ativistas turcos. No sábado, Israel impediu outra embarcação de chegar ao encrave palestino, desta vez sem violência.

A imprensa israelense disse que a ação de segunda-feira foi realizada pela mesma unidade naval que abordou a frota na segunda-feira passada. O Exército não quis entrar nesses detalhes.

Também na segunda-feira, fontes do Hamas e de hospitais disseram que um avião israelense jogou um míssil contra militantes num terreno perto da Cidade de Gaza, ferindo gravemente um homem.

Um porta-voz militar de Israel confirmou que o míssil tinha como alvo um grupo de militantes que estaria tentando lançar um foguete contra Israel.

Os militantes palestinos em Gaza frequentemente tentam atacar patrulhas fronteiriças de Israel, e esporadicamente lançam foguetes e morteiros contra o Estado judeu. O porta-voz militar disse que mais de dez foram lançados contra Israel nas últimas três semanas.

Tentativas de ataques pelo mar, no entanto, são raras.

Em fevereiro, militantes de Gaza instalaram explosivos no mar – aparentemente minas marítimas primitivas, voltadas contra embarcações militares. Pelo menos três dispositivos foram dar em praias israelenses e foram detonados por especialistas.

Ataque Israelense à Civis em Missão Humanitária

AFP

Barco tiurco atacado por Israel

Embarcação da “Frota da Liberdade”, atacada por Israel

O porta-voz do Exército israelense, general Avi Benayahu, afirmou que o ataque aconteceu em águas internacionais. “O comando agiu em alto mar entre 4h30 e 5h, a uma distância de 70 a 80 milhas (130 a 150 km) de nossa costa”, afirmou o general à rádio pública.

Segundo a imprensa israelense, as autoridades militares tinham duas opções: uma intervenção em alto-mar contra a pequena frota ou uma abordagem quando os barcos entrassem no limite de 20 milhas. Acabaram escolhendo a primeira.

Em entrevistas coletiva, o número dois do Ministério das Relações Exteriores israelense, Daniel Ayalon, destacou que seu país “fez todo o possível para deter” a frota, mas seus integrantes “responderam inclusive com armas”.

Ayalon fez vagas acusações de que ativistas da frota estavam armados e que alguns deles mantinham relações com “organizações terroristas internacionais”, como a rede Al Qaeda.

ANP

O presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, decretou três dias de luto nos territórios palestinos devido ao ataque. Em comunicado emitido na Cisjordânia, por meio da agência oficial palestina “Wafa”, Abbas não anunciou, no entanto, uma interrupção do diálogo indireto de paz que mantém com Israel.

“O que Israel cometeu contra os ativistas da ‘Frota da Liberdade’ é um massacre”, disse Abbas. Seu porta-voz, Nabil Abu Rudeina, qualificou a ação de “crime contra a humanidade, já que foram atacados ativistas que não estavam armados e tentando romper o bloqueio sobre Gaza fornecendo ajuda”.

O primeiro-ministro palestino, Salam Fayyad, leu diante das câmaras um comunicado no qual assegura que “nada pode justificar” o “crime” cometido hoje por Israel. “Esse crime reflete mais uma vez a falta de respeito de Israel pelas vidas de civis inocentes e pelo direito internacional”, acrescentou.

Um dos principais assessores de Abbas, o chefe negociador palestino Saeb Erekat, qualificou o ocorrido de “crime de guerra” que “confirma que Israel age como um Estado acima da lei”. Ele pediu uma resposta “rápida e apropriada” da comunidade internacional.

“Eram embarcações civis, que levavam civis e bens civis – remédios, cadeiras de rodas, comida, materiais de construção – para os 1,5 milhão de palestinos fechados por Israel. Muitos pagaram com suas vidas. O que Israel faz em Gaza é horrível, nenhum ser humano esclarecido e decente pode dizer algo diferente”, apontou Erekat.

O chefe do governo em Gaza do movimento islâmico Hamas, Ismail Haniyeh, qualificou o ataque como “brutal” e convocou um Dia da Ira, ou seja, que os palestinos tomem as ruas em protesto pelas mortes.

Ele pediu à “comunidade internacional, principalmente as Nações Unidas, que ajam o mais rápido possível para proteger os navios e os ativistas e pôr fim ao bloqueio” que Israel mantém sobre Gaza há anos com a cooperação do Egito.

Além disso, pediu a Abbas que suspenda “imediatamente” o diálogo entre israelenses e palestinos com mediação dos Estados Unidos. Representantes da comunidade palestina com cidadania israelense convocaram para amanhã uma manifestação geral.

Repercussão

As mortes dos ativistas envolvidos na expedição de ajuda aos palestinos teve repercussão internacional. O governo do Paquistão condenou o uso de “força descarada” por parte de Israel contra uma “missão humanitária” que se dispunha a fornecer ajuda humanitária aos palestinos de Gaza.

O Ministério de Assuntos Exteriores da Turquia reagiu duramente ao ataque e, em comunicado, afirma que o governo israelense terá que enfrentar as consequências por seu comportamento.

O governo turco diz que o Exército israelense usou a força contra um grupo de ajuda humanitária, que inclui “idosos, mulheres e crianças” que viajam nos navios, o que considerou “inaceitável”.

O Ministério de Assuntos Exteriores da Grécia iniciou um mecanismo de gestão de emergência com um telefone à disposição dos familiares dos gregos que estão na “Frota da Liberdade”, pois três dos navios que a compõem procedem deste país.

Yanis Maistros, porta-voz em Atenas da seção grega da iniciativa, declarou que “os navios foram sequestrados”; e que “receberam disparos a partir de lanchas e helicópteros israelenses quando estavam navegando em águas internacionais, próximas ao litoral israelense”.
Assim como os gregos, a comunidade europeia também reagiu ao incidente. A chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, pediu hoje às autoridades israelenses uma “investigação completa” sobre o ataque à “Frota da Liberdade”.

O Líbano pediu a convocação do Conselho de Segurança da ONU. O Irã qualificou o ataque como desumano. O Ministério de Assuntos Exteriores da Espanha classificou o ataque como um fato inaceitável. O ministro das Relações Exteriores da França, Bernard Kouchner disse que nada justifica o uso de tal violência.

O ataque também mereceu enérgica condenação da Organização da Conferência Islâmica.
A “Frota da Liberdade” foi a segunda tentativa de romper o bloqueio à Faixa de Gaza, imposto por Israelo desde 2007. Entre o final de 2008 e o início de 2009, Israel realizou um massacre àquele território palestino, que deixou cerca de 1500 mortos.
O ataque revela o terrorismo de Estado de Israel e demonstra que o país não pretende permitir a libertação do povo nem a criação do Estado palestino.

Para o secretário de Relações Internacionais do PCdoB, Ricardo Abreu Alemão, o ataque revela o verdadeiro caráter do governo de Israel que mantém uma ocupação a ferro e fogo do território palestino. Ele afirmou ainda que além de uma ação pacífica, a Frota da Liberdade tinha um significado simbólico. “O PCdoB se solidariza com as famílias das vítimas e se soma à denúncia contra o governo sionista de Israel”.

Mahmoud Ahmadinejad entrevista com NY Times na CTPN

Entrevista com Presidente do Irã  ao New York  Times na Conferência Internacional do Tratado de Não Proliferação Nuclear realizado em Maio de 2010

A crise na Grécia e a luta pelos Estados Unidos Socialistas da Europa

Por Alex Lantier

29 de abril de 2010

A greve do setor público de 22 de abril, na Grécia, ressaltou as severas questões políticas enfrentadas pelos trabalhadores na luta contra a política de austeridade do primeiro-ministro Giorgios Papandreou. O governo social-democrata PASOK (Movimento Socialista Pan- helênico) está impondo grandes cortes de postos de trabalho, salários, programas sociais e pensões para fazer a classe trabalhadora pagar a crescente dívida do Estado aos banqueiros internacionais.

Dezenas de milhares de trabalhadores marcharam em 22 de abril, com gritos de: “Sem mais ilusões, guerra contra os ricos.” Funcionários públicos, funcionários da saúde, estivadores e marinheiros entraram em greve refletindo a ascendente ira popular. Pesquisas recentes descobriram que 86% da população considera que os cortes Papandreou são “injustos”.

Apesar da greve, a despeito da opinião pública, a burguesia grega está pressionando para mais cortes. Ontem, Papandreou pediu oficialmente para que a União Européia (UE) e o Fundo Monetário Internacional (FMI) ativem planos para salvar a Grécia da falência. A UE emprestaria 30 bilhões de euros e o FMI 12 bilhões em troca de Atenas concordar com novos cortes. O Financial Times observou que Papandreou estava trabalhando para “preparar a opinião pública para as novas medidas severas”.

Por trás de Papandreou se mantêm os mercados financeiros – isto é, os credores da Grécia entre os principais bancos europeus e internacionais – que não toleram nenhuma expressão de oposição a seus planos para saquear economicamente a Grécia. Eles venderam títulos do governo grego durante a greve, elevando a taxa de juros que Atenas paga por novos empréstimos para perto de 9%. É dado por certo que a Grécia vai falir se continuar com essas taxas de empréstimo.

O ataque do capital internacional sobre a Grécia é apenas um experimento do que está por vir sobre a classe trabalhadora na Europa e em todo mundo. Enquanto os custos dos empréstimos de Portugal crescem para 5%, a imprensa fala cada vez mais desse país como o próximo alvo dos bancos – e depois de Portugal, o Reino Unido ou a Espanha.

O resultado das greves dos trabalhadores gregos destaca o impasse político que os trabalhadores enfrentam, assim como os sindicatos e seus aliados pseudo-esquerdistas trabalham para reprimir e trair a resistência popular à ofensiva capitalista.

Os sindicatos estão protegendo Papandreou, o objetivo é cansar os trabalhadores chamando greves fragmentadas, enquanto Papandreou intensifica seus cortes.

O sindicato do setor privado GSEE (Confederação Geral de Trabalhadores da Grécia) se recusou a participar da greve de 22 de Abril dizendo que estava adiando greves até uma data não especificada no próximo mês. O sindicato do setor público ADEDY (Confederação dos Servidores Civis) decidiu não organizar greves em setores críticos, incluindo os transportes públicos e as companhias aéreas.

O Partido Comunista Stalinista e o SYRIZA, o partido grego pseudo-esquerdista liderado por Alexis Tsipras, estão vergonhosamente promovendo o anti-americanismo, a fim de desviar a ira popular para longe do PASOK e do capitalismo grego e bloquear o desenvolvimento de uma luta à escala européia e internacional contra o ataque aos empregos dos trabalhadores e à qualidade de vida.

Tsipras requisitou um referendo a favor ou contra o plano de resgate da UE-FMI. Desde que SYRIZA (Coligação da Esquerda Radical) insiste que os trabalhadores se subordinem à burocracia sindical, não propõe política alguma para a classe trabalhadora lutar contra o governo do PASOK e unir os trabalhadores por toda a Europa e internacionalmente, o seu apelo para um referendo deixa aos trabalhadores a opção de recusar o resgate e aceitar a falência do estado ou aceitar os ditames do FMI e de Bruxelas. É um meio cínico e sarcástico de pressionar os trabalhadores a aceitar as medidas de austeridade. Ele reflete que a falsa esquerda, de fato, suporta o resgate financeiro e as políticas brutais de austeridade ligadas a ele.

Ao mesmo tempo, SYRIZA procura focar a oposição nas medidas de austeridade da participação de Washington, na proposta de resgate do FMI, e não em qualquer base de princípios de classe, mas para fomentar o nacionalismo grego e o grosseiro anti-americanismo. Como se a União Européia, os bancos e o governo gregos fossem menos hostis aos trabalhadores do que os banqueiros americanos!

Nesse sentido, Dimitris Papadimoulis, um parlamentar do SYRIZA, disse que o FMI “paira como uma nuvem de cinzas vulcânicas sobre os gregos”, enquanto Tsipras advertiu contra os assessores de Papandreou “saudando o outro lado do Atlântico.”

Tal demagogia nacionalista caminha lado a lado com a tentativa de retratar Papandreou e o PASOK como vítimas de forças estrangeiras, em vez de representantes dos mais imediatos inimigos dos trabalhadores gregos – a classe dominante grega. Aqueles que promovem esta linha política pretendem desarmar a classe operária com as ilusões de que a pressão popular pode mudar Papandreou para abandonar seu programa de austeridade. Este é o caminho para a derrota!

Existe um perigo real de que tal desorientação da classe trabalhadora pode abrir as portas para um retorno à ditadura militar, que a Grécia sofreu sob a junta de 1968-1975. Não há dúvidas de que, dentre o alto escalão político grego, planos militares estão sendo traçados nessa direção no caso de os sindicatos não conseguirem por um fim à resistência da classe trabalhadora contra os cortes.

Nenhuma reforma irá solucionar a crise na Grécia, ou aliás, no resto da Europa, nos Estados Unidos e além. A lógica da crise global capitalista coloca a questão da revolução ou a contra-revolução, o socialismo ou barbárie.

A situação crítica que enfrentam os trabalhadores gregos, que foram empurrados para as linhas de frente da luta internacional, é libertar o seu combate das garras traiçoeiras das burocracias sindicais e defensores pseudo-esquerdistas dos sindicatos e mobilizar as suas forças independentes com base em uma estratégia revolucionária e internacional.

Em vez de medidas de austeridade e desemprego em massa, os trabalhadores devem exigir a nacionalização dos bancos e sua transformação em utilidade pública sob o controle popular e democrático, para que as riquezas sociais possam ser direcionadas a proporcionar empregos e uma vida digna. Tal medida deve ser combinada à nacionalização da indústria de base.

Papandreou e o PASOK preferem entregar o poder aos militares do que aprovar tal programa. A tarefa política que enfrentam os trabalhadores gregos não é pressionar o governo do PASOK, mas derrubá-lo e substituí-lo por um governo dos trabalhadores.

A crise não pode ser resolvida apenas dentro das fronteiras nacionais da Grécia. Por toda a Europa e em cada país, os trabalhadores estão enfrentando os mesmos ataques do mesmo inimigo – a burguesia internacional. Em particular, a crise expôs a impossibilidade de unir a Europa em uma base progressiva, democrática e igualitária no âmbito do capitalismo. Em oposição à União Européia dos banqueiros e patrões das corporações, os trabalhadores na Grécia e de toda a Europa devem se unir na luta para os Estados Unidos Socialistas da Europa.

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Ataque aéreo à Civis no Iraque em 2007….

Assassinato colateral

WikiLeaks em 05 de abril 2010 o governo norte americano liberou um vídeo militar dos E.U. que descreve a execução indiscriminada de 12 pessoas  no subúrbio iraquiano de Nova Bagdá — incluindo a equipe de funcionários de  notícias da Reuters.

A Reuters tem tentado obter o vídeo com a liberdade de ato da informação, sem sucesso desde a época do ataque. O vídeo, tiro de um helicóptero  Apache, mostra claramente a execução  de um empregado ferido de Reuters e de seus salvadores. Duas crianças  envolvidas no salvamento foram feridas  seriamente.As forças armadas não revelaram como a equipe de funcionários de Reuters foi morta, e dizam que não souberam as crianças que foram feridas.

Após demandas por Reuters, o incidente foi investigado e as forças armadas dos E.U. concluíram que as ações dos soldados eram de acordo com a lei de conflito armado e de seu próprio ” Régras de Engagement”.

Consequentemente, WikiLeaks liberou as regras  para 2006, 2007 e 2008, revelando   antes, durante, e após a matanças. WikiLeaks liberou o vídeo original de 38 minutos e uma versão mais curta com uma análise inicial. Os subtítulos foram adicionados a ambas as versões das transmissões de rádio. WikiLeaks obteve este vídeo assim como documentos justificativos de um número de assobiadores militares. WikiLeaks  verifica a autenticidade da informação que recebe.Analizaram  a informação sobre este incidente dos uma variedade de material de fonte. Falaram com as testemunhas e aos journalistas envolvidos diretamente no incidente. WikiLeaks quer assegurar-se de que toda a informação que escapada recebe começ a atenção merece. Neste caso particular, algumas das pessoas mortas eram os journalistas que faziam simplesmente seus trabalhos.