Risoto!

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Arquivos da Categoria: História

Resumo – Agosto

Alberto Mattos, é um comissário extremamente honesto e dedicado à seus deveres da policia civil do Rio de Janeiro. Ele que ao contrario de seus colegas de trabalho  não aceita as os subornos dos bicheiros para que a policia não interfira nas negociatas e crimes que envolvem corrupção, lavagem de dinheiro e jogos ilegais, etc..

Durante o livro, o comissário investiga a morte de um empresário chamado Paulo Gomes Aguiar assassinado em seu próprio apartamento por “Chicão”, um ex-soldado da FEB, a mando do empresário Pedro Lomagno, amante de Luciana Gomes Aguiar, mulher do assassinado. No decorrer das investigações, Mato acaba mexendo com  bicheiros e empresários corruptos que tentam de algum jeito tira-lo de ação por medo de Alberto descobrir algo sobre suas negociatas. Na primeira tentativa, Turco Velho a mando de Ilídio, um bicheiro que toma um chute do comissário depois de tentar intimidá-lo e corrompe-lo, vai atrás de Mattos, porém não consegue e acaba indo para prisão. Turco Velho é morto pelo Comissário Pádua, amigo de Mattos, que é corrupto, mas que no fim com a morte de Alberto acaba virando um “justiceiro” que vai atrás do assassino de Alberto. Houveram mais duas intenções atentados contra Mattos, uma a mando do Deputado Vitor Freitas por medo do comissário descobrir algum de seus “podres”, depois de ordenar a ordem de matar o comissário pede para seu acessor Clemente, com quem tinha relações homossexuais cancelar o atentado, mas por razões passionais, Clemente não o faz. E outro a mando de Lomagno, neste, Chicão vai atrás de Mattos, para matá-lo por ciúmes do empresário sobre Alice, ex-namorada e, que estava vivendo junto com o comissário, também por Mattos ter conseguido descobrir que ele, Chicão, havia sido o assassino de Paulo Gomes Aguiar. Alberto Mattos é morto junto com sua namorada Salete por Chicão, em seu apartamento. Alice estava em um hospital psiquiátrico no momento do atentado. O assassino contratado por Vitor Fritas chega em seguida, vendo os dois corpos no chão ele sai e vai receber sua “recompensa” com Clemente.

The adoption of the 1937 Constitution marked t...

Getúlio Vargas

Esses acontecimentos têm como cenário o Rio de Janeiro, a capital do Brasil em 1954. Getulio Vargas é o presidente de um Brasil turbulento, mal administrado, com alta inflação e  oposição violenta, liderada pelo jornalista Carlos Lacerda.

Vargas é acusado violentamente por seus opositores de ser mandante de um evento conhecido como “atentado da rua toneleiro”, contra o jornalista Lacerda. Neste atentado, Rubens Vas, um major da aeronáutica, é assassinado por Alcino do Nascimento contratado por Climério de Almeida que cumpria ordens do guarda-costas de Vargas, Gregório Fortunato o “anjo negro”. Nelson Raimundo era o motorista do carro que transportou os dois subordinados de Gregório.

Esse atentado desencadeia uma crise no governo brasileiro, os militares se reúnem e,  depois de uma exausta reunião com seus ministros e Chefes das forças armadas, decidem que Vargas deveria pelo menos tirar uma licença até o fim do inquérito do sobre o atentado. Vargas se afasta do Cargo de presidente e sabendo que seria deposto, no dia seguinte ele se mata com um tiro no coração em seu quarto no Palácio do Catete. O povo vai as ruas após as notícias do suicídio, muitos tentam invadir locais do governo e morrem nos confrontos com soldados do exercito que protegiam esses locais. Os militares conseguem estabilizar e acalmar o povo depois de por sua força armada inteira nas ruas do Rio de Janeiro. O Brasil  teria como seu presidente o vice de Getulio, Café Filho.

Livro – “Agosto” de Rubem Fonseca.

Por Victor Brito.

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Dispatches – Children of Gaza

Esse documentário mostra a realidade das famílias que vivem em Gaza, e o quanto elas sofrem com o bloqueio imposto por Israel à eles.

Mostra que não há ajuda o suficiente para aquelas pessoas,e quanto o Estado de Israel é cruel e racista com o povo palestino.

Conflitos Que Nunca Acabam

Com o fim da 2ª Guerra Mundial entraram em cena as duas ideologias que quase travaram uma guerra que nuca fora visto antes, O bloco Capitalista, liderado pelos EUA contra o Comunista, liderado pela URSS , mas não houve e teve seu fim com a queda da União Soviética em 1992. Cresceu uma esperança de uma era de uma paz nunca vivida pela humanidade. Porem, as guerras continuam surgindo até os dias de hoje, em um novo cenário onde os EUA são a maior potência econômica e militar. Os conflitos passaram de Estado conta Estado, para guerras dentro do próprio Estado – guerras civis – em razão de ideologias fundamentalistas religiosas, étnicas e interesses políticos e econômicos.

Segundo o Instituto Internacional de Pesquisas da Paz de Estocolmo(Sipri), desde o fim da guerra fria, o mundo aumentou muito seus gatos em armas de guerra, os EUA são responsáveis pela metade desse aumento. Os EUA estão no Oriente Médio desde a Guerra do Kuwait em 1999, desde essa data os americanos quase dobraram os gastos em armamentos, e isso foi desencadeado principalmente depois do ataque às torres gêmeas em 2001, em contexto de guerra ao terror.https://xtremerock.files.wordpress.com/2011/03/merkava.jpg?w=269

Outros conflitos acontecem na Europa Oriental, na região da antiga Iugoslávia, entre etnias religiosas e grupos separatistas como na Bósnia, que querem seu Estado próprio. O conflito da Palestina entre judeus e muçulmanos. E em regiões da África como no Congo, Costa do Marfim, Somália e Sudão a maioria entre etnias e religiões.

O mercado da guerra movimenta incontáveis cifrões, e cresce a cada nova guerra que surge, os EUA tem como pilar de sua economia, sua industria bélica, e é um dos maiores distribuidores de armas do mundo o que se torna um problema porque em cada conflito 90% das mortes e ferimentos são causados por rifles, pistolas, granadas de mão.

 

 

Do meu quarto, Victor Brito.

Entendendo a Guerra Cambial

Ultimamente países com as maiores economias do mundo, como EUA e Japão estão tem diminuído suas taxas de juros para quase 0%, e isso tem causado desvalorização de suas moedas é o que se chama de guerra cambial.

Para tentar animar suas economias, Os EUA têm diminuído suas taxas de juros, e a consequência disso é a fuga de investidores lá, por isso, há um  grande volume de dólares disponível no mercado, pois ninguém compra o dólar então há desvalorização do mesmo.

Os EUA, por exemplo, estão com sua economia em crise e veem importando mais do que exportando, e as Guerras do Afeganistão e Iraque também contribuem para essa situação,  então, o governo baixa as taxas de juros, e isso faz com que os produtos fiquem mais baratos e os consumidores comprem mais, e gere mais contratações, fazendo assim, sua economia crescer. Mas também faz com que os investidores não lucrem muito.

Esses investidores vão para países onde as taxas de juros são altas, para obterem lucro, como nos países emergentes, a conseqüência disso é a valorização da moeda desse país, e isso custa caro para a economia dos países que recebem esses recursos dos investidores, pois para exportar seus produtos os países compradores precisarão gastar mais, já que é o dólar a moeda universal. No mercado interno os produtos perdem espaço, já que os produtos importados ficam mais baratos.

A desvalorização do dólar, isso têm feito com que os investidores transferissem seus recursos para países emergentes como o Brasil.

Então, há uma verdadeira guerra entre os países para que suas moedas não se valorizem muito. O Brasil tem adotado medidas para tentar afastar esses investidores através de aumento das taxas de investimentos estrangeiros.

No encontro do G20 os países discutiram essa guerra, mas não houve nenhuma expectativa de que essa guerra acabará logo.

Da minha casa,  por Victor Brito

Ifluência do Iluminismo no Brasil

O iluminismo na Europa incentivou muitos pensadores e intelectuais aqui no Brasil, essas idéias vinham através de estudantes filhos de pessoas ricas que viajam para Europa para estudar, pois no Brasil não havia universidades e dentro de livros franceses contrabandeados.

O contato direto com as ideias do século, fez os estudantes se entusiasmarem, e voltavam da Europa com aquelas ideias iluministas na cabeça, mas não poderiam nem pensar em contá-las a todos, pois Portugal proibia esse tipo de conversa iluminista em sua colônia porque qualquer ideia daquela poderia provocar uma revolução no Brasil e eles acabariam perdendo sua “vaquinha de leite”, alias, quem fosse pego falando do iluminismo era preso, julgado e poderia ser expulso do Brasil sendo mandado  para a África. Aconteceu isso com muitos.

A situação era terrível pros colonos, Portugal não afrouxava os impostos, e pior, aumentavam ainda mais, com a queda da produção de ouro nas minas, a colônia não conseguia cumprir mais as 100 arrobas (1500 kg) de ouro que tinham que juntar durante um ano, então, a coroa realizava a Derrama, os soldados entravam nas casas das pessoas e retiravam seus objetos de valor até cobrirem a parte do ouro que ficou faltando.

As pessoas então começaram a se reunir secretamente para discutir as idéias iluministas, essas idéias  se encaixavam como uma luva para o Brasil, a independência dos EUA era sempre citada com entusiasmo nessas reuniões secretas. Em Minas Gerais e Bahia não ficou só na conversa, as pessoas chegaram a organizar um movimento para lutar pela independência, mas foram traídas por companheiros que os denunciavam em troca de perdão das dividas com a coroa.

Esses movimentos foram: A Inconfidência Mineira em Minas que terminou com a deportação de várias pessoas ricas e a execução de Tiradentes (que era o único pobre dos inconfidentes) e, a Conjuração Baiana na Bahia que além da independência queria acabar com a diferença racial entre qualquer pessoa, inclusive essa revolta teve mais apoio do povo do que a Inconfidência Mineira.

Sistema Agropecuário

No Brasil esse sistema é responsável por grande parte da economia do país, sendo um dos países que mais produzem alimentos do mundo.

Os principais responsáveis pela produção desse setor estão nos interiores de todo o país, é feito a por famílias com grandes propriedades, que produzem frutas e hortaliças e tem criações de animais para abate.

Hoje, há uma grande diferença no modo de produção, mesmo sendo administrada por famílias a escala de produção é industrial, isso se deve ao avanço do modo produtivo ao todo: as ferramentas ficaram mais modernas, os agrotóxicos e adubos evoluíram com a aplicação da biotecnologia, há também o uso dos alimentos transgênicos que são mais resistentes às pragas, insetos e doenças, esses fatores fizeram que fosse possível produzir nessa escala, trazendo um crescimento grande para a economia. Mas ainda assim, uma parte da população “passa fome”, os impostos aplicados fazem  produto final chegar às prateleiras muito caro e, além disso, há certo receio no consumo dos alimentos transgênicos e os alimentos orgânicos (livres de agrotóxicos) são inacessíveis para a maioria da população por causa do seu preço muito superior.

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A estrutura fundiária do Brasil é desigual e cria muita confusão para todos, pois os trabalhadores sem terra (MST) lutam pela reforma agrária o que deixaria muito dono de grandes terras não muito satisfeito. O governo apóia os trabalhadores dá terra aos trabalhadores, que por sua vez alguns vendem essa terra e volta para pedir mais terra. Isso acaba gerando uma discussão que se arrasta por vários anos.

É muito discutido hoje também o destino da maioria dessa produção, sendo que grande parte vai para exportação, o dinheiro fica com o dono da propriedade e os envolvidos nesse gigante sistema, pra população menos favorecida sobra o alto preço pelo que fica no país.

O grande problema é que a produção em qualquer setor é visando o lucro o fator humano é deixado pra segundo plano. Deveria existir uma lei que estimulasse mais a competição entre os produtores, por exemplo: diminuir o imposto pro produtor que deixa mais de 50% da sua produção no país, isso implicaria diretamente no peço final do produto.

A Palestina فلسطين

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Palestina (do original Filistina – “Terra dos Filisteus”) é o nome dado desde a Antiguidade à região do Oriente Próximo (impropriamente chamado de “Oriente Médio”), localizada ao sul do Líbano e a nordeste da Península do Sinai, entre o Mar Mediterrâneo e o vale do Rio Jordão. Trata-se da Canaã bíblica, que os judeus tradicionalistas preferem chamar de Sion.

A Palestina foi conquistada pelos hebreus ou israelitas (mais tarde também conhecidos como judeus) por volta de 1200 a.C., depois que aquele povo se retirou do Egito, onde vivera por alguns séculos.

A Questão Palestina

Mas as sucessivas dominações estrangeiras, começadas com a tomada de Jerusalém (587 a.C.) por Nabucodonosor, rei da Babilônia, deram início a um progressivo processo de diáspora (dispersão) da população judaica, embora sua grande maioria ainda permanecesse na Palestina.

As duas rebeliões dos judeus contra o domínio romano (em 66-70 e 133-135 d.C.) tiveram resultados desastrosos. Ao debelar a primeira revolta, o general (mais tarde imperador) Tito arrasou o Templo de Jerusalém, do qual restou apenas o Muro das Lamentações. E o imperador Adriano, ao sufocar a segunda, intensificou a diáspora e proibiu os judeus de viver em Jerusalém. A partir de então, os israelitas espalharam-se pelo Império Romano; alguns grupos emigraram para a Mesopotâmia e outros pontos do Oriente Médio, fora do poder de Roma.

A partir de então, a Palestina passou a ser habitada por populações helenísticas romanizadas; e, em 395, quando da divisão do Império Romano, tornou-se uma província do Império Romano do Oriente (ou Império Bizantino).

Em 638, a região foi conquistada pelos árabes, no contexto da expansão do islamismo, e passou a fazer parte do mundo árabe, embora sua situação política oscilasse ao sabor das constantes lutas entre governos muçulmanos rivais. Chegou até mesmo a constituir um Estado cristão fundado pelos cruzados (1099-1187). Finalmente, de 1517 a 1918, a Palestina foi incorporada ao imenso Império Otomano (ou Império Turco). Deve-se, a propósito, lembrar que os turcos, e embora muçulmanos, não pertencem à etnia árabe.

Em 1896, o escritor austríaco de origem judaica Theodor Herzl fundou o Movimento Sionista, que pregava a criação de um Estado judeu na antiga pátria dos hebreus.

Esse projeto, aprovado em um congresso israelita reunido em Genebra, teve ampla ressonância junto à comunidade judaica internacional e foi apoiado sobretudo pelo governo britânico (apoio oficializado em 1917, em plena Primeira Guerra Mundial, pela Declaração Balfour).

No início do século XX, já existiam na região pequenas comunidades israelitas, vivendo em meio à população predominantemente árabe. A partir de então, novos núcleos começaram a ser instalados, geralmente mediante compra de terras aos árabes palestinos.

Durante a Primeira Guerra Mundial, a Turquia lutou ao lado da Alemanha e, derrotada, viu-se privada de todas as suas possessões no mundo árabe. A Palestina passou então a ser administrada pela Grã-Bretanha, mediante mandato concedido pela Liga das Nações.

Depois de 1918, a imigração de judeus para a Palestina ganhou impulso, o que começou a gerar inquietação no seio da população árabe. A crescente hostilidade desta última levou os colonos judeus a criar uma organização paramilitar – a Haganah – a princípio voltada para a autodefesa e mais tarde também para operações de ataque contra os árabes.

Apesar do conteúdo da Declaração Balfour, favorável à criação de um Estado judeu, a Grã-Bretanha tentou frear o movimento imigratório para não descontentar os Estados muçulmanos do Oriente Médio, com quem mantinha proveitosas relações econômicas; mas viu-se confrontada pela pressão mundial da coletividade israelita e, dentro da própria Palestina, pela ação de organizações terroristas.

Após a Segunda Guerra Mundial, o fluxo de imigrantes judeus tornou-se irresistível. Em 1947, a Assembléia Geral da ONU decidiu dividir a Palestina em dois Estados independentes: um judeu e outro palestino. Mas tanto os palestinos como os Estados árabes vizinhos recusaram-se a acatar a partilha proposta pela ONU.

Em 14 de maio de 1948, foi proclamado o Estado de Israel, que se viu imediatamente atacado pelo Egito, Arábia Saudita, Jordânia, Iraque, Síria e Líbano (1ª Guerra Árabe-Israelense). Os árabes foram derrotados e Israel passou a controlar 75% do território palestino. A partir daí, iniciou-se o êxodo dos palestinos para os países vizinhos. Atualmente, esses refugiados somam cerca de 3 milhões.

Os 25% restantes da Palestina, correspondentes à Faixa de Gaza e à Cisjordânia, ficaram sob ocupação respectivamente do Egito e da Jordânia. Note-se que a Cisjordânia incluía a parte oriental de Jerusalém, onde fica a Cidade Velha, de grande importância histórica e religiosa.

Damos a seguir a cronologia dos principais acontecimentos subsequentes

1947 – A ONU aprova a partilha da Palestina em dois Estados – um judeu e outro árabe. Essa resolução é rejeitada pela Liga dos Estados Árabes.

1948 – Os Judeus proclamam o Estado de Israel, provocando a reação dos países árabes. Primeira Guerra Árabe-Israelense. Vitória de Israel sobre o Egito, Jordânia, Iraque, Síria e Líbano e ampliação do território israelense em relação ao que fora estipulado pela ONU. Centenas de milhares de palestinos são expulsos para os países vizinhos. Como territórios palestinos restaram a Faixa de Gaza e a Cisjordânia, ocupadas respectivamente por tropas egípcias e jordanianas.

1956 – Guerra entre Israel e o Egito. Embora vitoriosos militarmente, os israelenses retiraram-se da Faixa de Gaza e da parte da Península do Sinai que haviam ocupado.

1964 – Criação da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), cuja pretensão inicial era destruir Israel e criar um Estado Árabe Palestino. Utilizando táticas terroristas e sofrendo pesadas retaliações israelenses, a OLP não alcançou seu objetivo e, com o decorrer do tempo, passou a admitir implicitamente a existência de Israel.

1967 – Guerra dos Seis Dias. Atacando fulminantemente em três frentes, os israelenses ocupam a Faixa de Gaza e a Cisjordânia (territórios habitados pelos palestinos) e tomam a Península do Sinai ao Egito, bem como as Colinas de Golan à Síria.

1970 – “Setembro Negro”. Desejando pôr fim às retaliações israelenses contra a Jordânia, de onde provinha a quase totalidade das incursões palestinas contra Israel, o rei Hussein ordena que suas tropas ataquem os refugiados palestinos. Centenas deles são massacrados e a maioria dos sobreviventes se transfere para o Líbano.

1973 – Guerra do Yom Kippur (“Dia do Perdão”). Aproveitando o feriado religioso judaico, Egito e Síria atacam Israel; são porém derrotados e os israelenses conservam em seu poder os territórios ocupados em 1967. Para pressionar os países ocidentais, no sentido de diminuir seu apoio a Israel, a OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) provoca uma forte elevação nos preços do petróleo.

1977 – Pela primeira vez, desde a fundação de Israel, uma coalizão conservadora (o Bloco Likud) obtém maioria parla mentar. O novo primeiro-ministro, Menachem Begin, inicia o assentamento de colonos judeus nos territórios ocupados em 1967.

A Questão Palestina

1979 – Acordo de Camp David. O Egito é o primeiro país árabe a reconhecer o Estado de Israel. Este, em contrapartida, devolve a Península do Sinai ao Egito (cláusula cumprida somente em 1982). Em 1981, militares egípcios contrários à paz com Israel assassinam o presidente Anwar Sadat.

1982 – Israel invade o Líbano (então em plena guerra civil entre cristãos e muçulmanos) e consegue expulsar a OLP do território libanês. Os israelenses chegam a ocupar Beirute,
capital do Líbano. Ocorrem massacres de refugiados palestinos pelas milícias cristãs libanesas, com a conivência dos israelenses.

1985 – As tropas israelenses recuam para o sul do Líbano, onde mantêm uma “zona de segurança” com pouco mais de 10 km de largura. Para combater a ocupação israelense, forma-se o Hezbollah (“Partido de Deus”), organização xiita libanesa apoiada pelo governo islâmico fundamentalista do Irã.

1987 – Começa em Gaza (e se estende à Cisjordânia) a Intifada (“Revolta Popular”) dos palestinos contra a ocupação israelense. Basicamente, a Intifada consiste em manisfestações diárias da população civil, que arremessa pedras contra os soldados israelenses. Estes frequentemente revidam a bala, provocando mortes e prejudicando a imagem de Israel junto à opinião internacional. Resoluções da ONU a favor dos palestinos são sistematicamente ignoradas pelo governo israelense ou vetadas pelos Estados Unidos. A Intifada termina em 1992.

1993 – Com a mediação do presidente norte-americano Bill Clinton, Yasser Arafat, líder da OLP, e Yitzhak Rabin, primeiro-ministro de Israel, firmam em Washington um acordo prevendo a criação de uma Autoridade Nacional Palestina, com autonomia administrativa e policial em alguns pontos do território palestino. Prevê-se também a progressiva retirada das forças israelenses de Gaza e da Cisjordânia. Em troca, a OLP reconhece o direito de Israel à existência e renuncia formalmente ao terrorismo. Mas duas organizações extremistas palestinas (Hamas e Jihad Islâmica) opõem-se aos termos do acordo, assim como os judeus ultranacionalistas.

1994 – Arafat retorna à Palestina, depois de 27 anos de exílio, como chefe da Autoridade Nacional Palestina (eleições realizadas em 1996 o confirmam como presidente) e se instala em Jericó. Sua jurisdição abrange algumas localidades da Cisjordânia e a Faixa de Gaza – embora nesta última 4 000 colonos judeus permaneçam sob administração e proteção militar israelenses. O mesmo ocorre com os assentamentos na Cisjordânia. Na cidade de Hebron (120 000 habitantes palestinos), por exemplo, 600 colonos vivem com o apoio de tropas de Israel. Nesse mesmo ano, a Jordânia é o segundo país árabe a assinar um tratado de paz com os israelenses.

1995 – Acordo entre Israel e a OLP para conceder autonomia (mas não soberania) a toda a Palestina, em prazo ainda indeterminado. Em 4 de novembro, Rabin é assassinado por um extremista judeu.

1996 – É eleito primeiro-ministro Binyamin Netanyahu, do Partido Likud (antes denominado Bloco Liked), que paralisa a retirada das tropas de ocupação dos territórios palestinos e intensifica os assentamentos de colonos judeus em Gaza, na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental, em meio à população predominantemente árabe. O processo de pacificação da região entra em compasso de espera, ao mesmo tempo em que recrudescem os atentados terroristas palestinos. Em Israel, o primeiro-ministro (chefe do governo) é eleito pelo voto direto dos cidadãos.

1999 – Ehud Barak, do Partido Trabalhista (ao qual também pertencia Yitzhak Rabin), é eleito primeiro-ministro e retoma as negociações com Arafat, mas sem que se produzam resultados práticos.

2000 – Israel retira-se da “zona de segurança” no sul do Líbano. Enfraquecido politicamente, devido à falta de progresso no camiho da paz, e também devido às ações terroristas palestinas (não obstante as represálias israelenses), Barak renuncia ao cargo de primeiro-ministro. São convocadas novas eleições, nas quais ele se reapresenta como candidato. Mas o vencedor é o general da reserva Ariel Sharon, do Partido Likud, implacável inimigo dos palestinos. Pouco antes das eleições, começa nos territórios ocupados uma nova Intifada.

2001 – Agrava-se o ciclo de violência: manifestações contra a ocupação israelense, atentados suicidas palestinos e graves retaliações israelenses. Nesse contexto, Yasser Arafat, já septuagenário, parece incapaz de manter a autoridade sobre seus compatriotas ou de restabelecer algum tipo de diálogo com Israel, cujo governo por sua vez mantém uma inflexível posição de força.

Balanço Atual

Até agora, Israel desocupou apenas sete cidades da Cisjordânia (uma oitava foi desocupada parcialmente),
correspondentes a 3% do território cisjordaniano; deste, 24% encontram-se sob controle misto israelense-palestino e 74% permanecem inteiramente ocupados. Em termos demográficos, 29% dos palestinos estão sob a jurisdição exclusiva da Autoridade Palestina. Quanto à Faixa de Gaza, cuja importância é consideravelmente menor, nela permanecem apenas as tropas israelenses que protegem os colonos judeus ali estabelecidos.

Os grandes obstáculos para a implementação do acordo firmado entre Yitzhak Rabin e Yasser Arafat são:

a) A oposição das facções extremistas, tanto palestinas como isralelenses.
b) A posição militarista e intransigente do governo Sharon.
c) O estatuto de Jerusalém Oriental, que os palestinos almejam transformar em sua capital mas que já foi incorporada oficialmente ao território israelense, dentro do conceito de que a cidade de Jerusalém “é a capital de Israel, una e indivisível”.
d) O problema dos 150 000 colonos existentes em Gaza e na Cisjordânia e que se recusam a deixar seus assentamentos.
e) A disputa pelos recursos hídricos do Rio Jordão, pois parte de seu curso (na fronteira entre a Jordânia e a Cisjordânia) ficaria fora do controle de Israel.
f) O território palestino simplesmente não tem como absorver os quase 3 milhões de refugiados que habitavam terras do atual Estado de Israel e que continuam a viver, na maior parte, em precários campos de refugiados espalhados pelo mundo árabe – notadamente no Líbano.

A Questão Palestina

A Questão Palestina

A “Cidade Velha”

A disputada “Cidade Velha”, dentro de Jerusalém Oriental, conta com locais sagrados de três religiões. Os principais são: o Muro das Lamentações, reverenciado pelos judeus como o único remanescente do grandioso Templo de Jerusalém; a Mesquita da Rocha (foto acima), erigida sobre um rochedo de onde, segundo a tradição islâmica, a alma de Maomé ascendeu ao Paraíso; por último, a Igreja do Santo Sepulcro, construída sobre o lugar onde Cristo teria sido sepultado e, de acordo com a crença cristã, ressuscitou no terceiro dia.

Dispached Children of Gaza

Esse documentário mostra a realidade das famílias que vivem em Gaza, e o quanto elas sofrem com o bloqueio imposto por Israel à eles.

Mostra que não há ajuda o suficiente para aquelas pessoas,e quanto o Estado de Israel é cruel e racista com o povo palestino.

Zeitgeist the Movie

Consumismo!

Consumismo é o ato de consumir produtos e/ou serviços, indiscriminadamente, sem noção de que podem ser nocivos ou prejucidiais para a nossa saúde ou para o ambiente. O tipo de influência que as empresas, por meio da propaganda e da publicidade,  como a “cultura industrial”, por meio da TV , do cinema, da musica ce outros meios de publicidade, praticamente controlam as pessoas e fazem com que essa pessoas comprem alguma coisa totalmente sem noção somete porque o “mocinho” da novela ou “jogador de futebol” usa  e  essa “cultura industrial”  faz as pessoas que não compram se sentir excluidas da sociedade( ¬¬’ )    . Elas induzem ao consumo desnecessário, sendo este um fruto do capitalismo e um fenômeno da sociedade “CEGA” de agora.
A diferença entre o consumo e o consumismo é que no consumo as pessoas adquirem somente aquilo que lhes é necessário para sobrevivência. Já no consumismo a pessoa gasta tudo aquilo que tem em produtos supérfluos, que muitas vezes não é o melhor para ela, porém é o que ela tem curiosidade de experimentar devido às propagandas na TV e ao apelo dos produtos de marca. Isso pode gerar violência, pois as pessoas que cometem crimes na maioria das vezes não roubam ou furtam nada por necessidade, e sim por vontade de ter aquele produto, e de não ter condições de adquirí-lo. Nesses casos, a necessidade de consumo se torna uma doença, uma compulsão, que deve ser tratada para evitar maiores danos à pessoa. Muitas vezes o consumismo chega a ser uma patologia comportamental. Pessoas compram compulsivamente coisas que elas não irão usar ou que não têm utilidade para elas apenas para atender à vontade de comprar.

A explicação da compulsão pelo consumo talvez possa se amparar em bases históricas. O mundo nunca mais foi o mesmo após a Revolução Industrial. A industrialização agilizou o processo de fabricação, ajudou a iniciar o processo de degradação ambiental, o que não era possível durante o período artesanal. A indústria trouxe o desenvolvimento, num modelo de economia liberal, que hoje leva ao consumismo alienado de produtos industrializados. Além disso, trouxe também várias consequências negativas por não se ter preocupado com o meio ambiente. A Revolução Industrial do século XVIII transformou de forma sistemática a capacidade humana de modificar a natureza, o aumento vertiginoso da produção e por consequência da produtividade barateou os produtos e os processos de produção, com isso milhares de pessoas puderam comprar produtos antes restritos às classes mais ricas.

A sociedade capitalista da atualidade é marcada por uma necessidade intensa de consumo, seja por meio dos mercados internos, seja por meio dos mercados externos, já que um aumento do consumo, registra-se uma maior “necessidade” de produção, que para atender a esta demanda gera cada vez mais empregos, que aumentam a renda disponível na economia e que acaba sendo revertida para o próprio consumo. O excesso de todo este processo leva a uma intensificação da produção e consequente aumento da extração de matérias-primas e do consumo de energia, muitas vezes, de fontes não-renováveis. Essa “demanda” por mais produtos para o consumo é devido a baixa qualidade do intelecto das pessoas e baixa qualidade dos produtos que as pessoas consumem, pois um produto fabricado hoje em dia ele no maximo dura uns 6 meses já que de 3 em 3 mêses a industria capitalista(midia) lança um nova modinha para os fantoches usarem!.

texto reeditado de wikipedia/consumismo por mimVictor Hugo A. C. de B.


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